Quem sou eu

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Dourados, Mato Grosso do Sul, Brazil
Sou Wilson Gonçalves Rocha, natural da cidade de Matelândia no estado do Paraná, nascido no dia 28 de abril de 1973. Filho de João Gonçalves da Rocha e Maria do Socorro da Rocha. Sou de família evangélica, mas minha experiência de conversão se deu no dia 18 de fevereiro de 1990, na Igreja Presbiteriana Renovada de Coronel Sapucaia no estado de Mato Grosso do Sul. Bacharel em Teologia pelo seminário Presbiteriano Renovado de Cianorte-PR. Iniciei meu ministério em janeiro de 1995 na cidade de Campo Grande-MS. Casado com Leila Vieira dos Santos Rocha, com quem tenho dois lindos e abençoados filhos, Gustavo e Rebecca. Atualmente pastoreio a Igreja Presbiteriana Renovada Central de Dourados – MS e exerço a função de secretário executivo no Presbitério de Mato Grosso do Sul – PREMASUL.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

TOMANDO POSSE DA HERANÇA


 

Tema: Tomando posse da minha herança

 Filipenses 3.20 nos afirma "Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo".
A conquista da herança que nosso amado  Senhor nos prometeu passa por alguns passos importantes, e como cristãos não podemos ignora-los, consideraremos a seguir quais são as atitudes que devemos ter no caminho da tão sonhada vitória, vejamos:

I – Crer na promessa.
- Não é outra pessoa que crerá por você, é você mesmo que precisa acreditar no que Deus tem par a sua vida, deixa de falar e de se apoiar na fé de outras pessoas, fé de heróis da bíblia e comece a cultivar a sua própria.
- Deus tem algo para a sua vida que transcende o que você tem vivido, algo de excelência, comece, pela fé, a visualizar a excelência da promessa.
- Quando não se crê na herança de Deus, a pessoa esta sujeita a morrer no deserto, Todo incrédulo é tragado pela terra.

II – Sair da escravidão e voar para a liberdade.
- as vezes a pessoa se esquece que em Cristo Jesus ela está livre.
-isto me fez lembrar de algo interessante, moro no mesmo quintal da igreja, minha casa fica no fundo onde está o templo em que nos reunimos, temos um cahorrinha de raça pequena, e sempre a amarramos durante os cultos, certa ocasião logo após uma de nossas reuniões  a soltei, mas dessa vez apenas soltei a corrente, nao tirei a colera, depois de um bom tempo me certifiquei que ela continuava parada no mesmo lugar, o fato da colera ter ficado no seu pescoço ela pensara que ainda estava presa. Querido, isto ocorre com muitas pessoas, Cristo ja as libertou, mas elas continuam paradas, imovéis achando que ainda estão presas. Saia da escravidão, em nome de Jesus, e voe para a liberdade.
- Rompa com tudo o que te separa da excelência de Deus.
- I Rs. 19.19-21 Isso me faz lembrar de Elizeu que seguiu a Alias por um tempo, e logo depois voltou e rompeu com o que seria uma parede que o impediria de alcançar a herança, promessa de Deus para a sua vida.

III – Romper com saudades da vida  de  escravidão.
- Isto está relacionado com a pobreza, miséria, humilhação, desprezo, tristeza, aflição, angústia, derrota, etc., o passado de escravião tem que ficar sempre no passado, não o traga para o presente e nunca o projete no seu futuro, não o repita.
- Nada do que aconteceu na escravidão, no tempo em que você estava longe da  excelência da sua herança foi bom, portanto não tenha saudades, não queira voltar.
- Ex. 16.3, o povo de Israel reclama com Moises por falta de comida, e faz um discurso saudosista da época da escravidão.
- Ex. 17.2-3 o povo contende com Moises e lembra-se do Egito.
- Suporte o deserto, passe por ele, sem balançar, por que a graça do Senhor esta sobre a sua vida e você vencerá e possuirá por herança a sua bênção.

IV – Não tenha medo dos inimigos não se diminua.
- Deus não compactua com covardes, com desistentes, com aqueles que retrocedem. Ele diz em sua Palavra que aquele que lança mão do arado e olha para trás não é digno da herança.
-Ex. 14.10-12, o povo tem pavor dos inimigos.
- Nm. 13.25-33. Os guerreiros se diminuem diante dos inimigos e se esquecem da condição que Deus os dá de vencer.
- Quando falamos do rei Davi, trazemos a nossa mente os gigantes que ele venceu a começar por Golias.
- Devemos ser lembrados  pelos gigantes que vencemos nessa vida, o legado que voce vai deixar tem que ser de bons cambates e excelentes vitórias.
Deus te abençoe ricamente.

Pr. Wilson Rocha.
Igreja Presbiteriana Renovada de Dourados.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

JESUS, A VERDADE LIBERTADORA.

Texto: João 8.31-36.

Tema: JESUS, A VERDADE LIBERTADORA.
Introdução: Acredito que todos já devem ter ouvido falar sobre métodos para conseguir se libertar de alguma coisa. Existem muitas mandingas e superstições em que as pessoas acreditam como sendo a solução para algum tipo de prisão ou problema em que vivem. Você já deve ter ouvido falar das três batidinhas na madeira pra espantar o “azar”, sobre passar em baixo de escadas, coitado dos gatos pretos,  quebrar espelho, nem pensar, sobre a consulta do horóscopo, etc. O inimigo tem cegado as pessoas e as levado a crerem que se deixar de fazer algo ou simplesmente fazerem serão libertas ou estarão seguras. Mas quando olhamos para a Palavra do Senhor observamos que a Bíblia nos traz outra proposta para que desfrutemos da verdadeira libertação, e ela ocorre através de Jesus. Jesus como verdade libertadora, liberta do homem do:

I-                     PODER DA CONDENAÇAO. Rm 8.1. A palavra é clara: “Nenhuma condenação há para aqueles que estão em CRISTO.” – quantos se sentem condenados, acham que nao serão salvas, sempre tem em suas mentes lembranças de pecados e falhas e por isso se sentem condenadas, outros trazem em suas almas traumas de situações da infância e de episódios tristes, resumindo quantas feridas lembranças ruins e traumas que deixam a pessoa em um estado de condenação. JESUS É A VERDADE QUE TE LIBERTA HOJE DESSE SENTIMENTO, DESSE ESTADO DE ESPÍRITO. Rm. 8.33-34.

II-                   PODER DE SEPARAÇAO ENTRE O HOMEM E DEUS. Lc. 23.45b, Mc. 15.38, Mt. 27.45-51 (51) – todos esses textos nos lembram que a morte de Jesus quebrou, moveu a parede de separação entre o homem e Deus. A única forma de se chegar a Deus é através de Jesus nosso Senhor, pois ele é a verdade que nos trouxe de volta para próximo do Pai. Rm. 8.35-39.


III-                  PODER DA DERROTA, DA RUINA. Todos querem dar certo, queremos acertar, ver nossos sonhos e idéias realizados, ter as respostas de nossas orações. E isso tudo combina com a pessoa que já aceitou a Jesus, pois Ele como verdade libertadora, libertado a pessoas de toda a derrota e fracasso, você vive a excelência, vive o melhor de Deus, você conquista sempre o impossível, ALELUIA!!!!!

O senhor Jesus é a única verdade que liberta o ser humano de todo poder das trevas que o queiram aprisionar e o amedrontar.

Pr. Wilson Rocha
Igreja Presbiteriana Renovada de Dourados-MS



sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Batalha Espiritual
Já Estou Crucificado
Como Eu te Amo

Tem gente ferindo a rocha





Há ensinamentos na Bíblia que se encaixam com exatidão ao contexto do mundo religioso atual e que parecem ter sido escritos visando a esta época e não a cinco ou seis mil anos atrás.  Um desses ensinamentos atualíssimos é o episódio que encerra a carreira espiritual de Moisés, o líder hebraico que libertou Israel do Egito e conduziu o povo pelo deserto até o limiar da Terra Prometida. O sobrenatural de Deus envolve de maneira tão positiva a vida desse grande legislador, que nos concentramos nas maravilhas que Deus realizou através da sua instrumentalidade e nos esquecemos do entorno sombrio que determinou a sua proibição de entrar na terra.
 Essa parte da história é dura de engolir. Engasgamos nela porque a relacionamos com o caráter manso de Moisés e nos sentimos desolados com o rumo inesperado dos acontecimentos, bem no final da epopéia desbravadora, a dois palitos da linha de chegada.   Se todos os cristãos fossem brasileiros, seria fácil propor uma pálida parábola para descrever o sentimento: bastaria lembrá-los do que sucedeu com o maratonista Vanderley Cordeiro de Lima, nas Olimpíadas de Athenas, no ano de 2.004.   Ele corria bem, mas a despeito do quanto corria e do quão preparado estava, ao chegar à linha de chegada, levou o bronze. Ou ainda de Airton Senna que também corria bem, mas recebeu a bandeirada da eternidade antes de cruzar a linha de chegada, em Ímola.
 O sentimento é esse: a duras penas aceitamos que grandes campeões possam tornar-se impotentes e meramente humanos.  Nosso ufanismo patriótico ou cristão pediria Vanderlei com a medalha de ouro no peito, pediria Airton Senna no pódio, com a taça, e pediria Moisés adentrando a Terra Prometida. Parece-nos injusto que nenhum deles tenha arrebatado o troféu que lhes pertencia por esforço e mérito pessoal.
 Aprendemos em todos esses acontecimentos que o imponderável acontece na agenda da terra. Mas o que aprendemos com o patriarca Moisés é um ensinamento dos mais contextuais dentro da história do cristianismo atual.
Há na Bíblia duas referências distintas em relação á Moisés e a água da Rocha: Êxodo 17 e Números 20. Tanto em Êxodo, quando em Números, a queixa e a murmuração do povo vieram contra Moisés, por falta de água. Afinal, Moisés era o líder. Tanto em Êxodo, quanto em Números, Moisés clamou a Deus e Deus respondeu fazendo jorrar água da rocha.   Em Êxodo, Deus ordenou a Moisés que passasse adiante do povo, tomasse consigo alguns dos anciãos de Israel, levasse a vara da autoridade investida, e ferisse a rocha.  Em Números, a queixa é a mesma, o povo é o mesmo, os elementos sobrenaturais são os mesmos, tanto Deus quanto a vara estão ali, contudo, a paisagem aparece modificada pela presença maciça do povo de Israel no cenário do milagre.
 Se em Horebe, é-lhe ordenado que ferisse a rocha na presença dos anciãos de Israel,   em Meribá, ele poderia fazer o seu milagre na presença de todo o povo, desde que  falasse à rocha. Havia uma diferença: falar e não ferir.  A rocha que fora ferida em Horebe era um tipo de Cristo.  Cristo, que já fora ferido em Horebe, não poderia mais sê-lo em Meribá porque Cristo não pode ser ferido duas vezes. Essa é a revelação espiritual que recebemos aqui.
 O que aconteceu em Números 20 todo cristão sabe: Em um espetáculo demonstrativo de ira humana Moisés feriu de novo a Rocha, a qual representava Cristo e era um tipo de Cristo.  Em vez de falar à rocha, como lhe fora ordenado, Moisés bateu na rocha.  A aparentemente sutil desobediência revelou-se um grave ato de rebeldia e impediu a sua entrada na terra.   Morto Moisés, coube a Josué ocupar o seu lugar e conduzir o povo a Canaã.  Moisés não entrou em Canaã.
A inferência é clara como o sol do meio dia: Moisés, que estava investido da autoridade de Deus, representou mal o caráter de Deus, diante do povo de Deus. Se no primeiro episódio em Horebe, Deus precisava que Moisés ferisse a Rocha, no segundo, em Meribá, Deus precisava que Moisés apenas falasse à rocha. Falar à rocha bastaria para produzir o mesmo efeito obtido em Horebe, quando Deus ordenou que a rocha fosse ferida. Surpreendentemente, contrariando a orientação de Deus e ferindo a rocha, o resultado foi o mesmo: a água jorrou.
  Foi no deserto que Deus realizou os maiores atos sobrenaturais da história. Mas os atos sobrenaturais de Deus não significam que Deus esteja aprovando a conduta do povo. Foi nesse mesmo deserto que aqueles que presenciaram os atos sobrenaturais de Deus morreram sem entrar na Terra Prometida. Toda aquela geração que viu Deus, através dos seus atos, não foi aprovada por Deus.
 Embora Moisés tenha desobedecido a Deus, Deus não se contradiz: ele falou que faria e ele fez o que falou que faria.  Deus honrou Moisés e fez a água brotar, fluir, deslizar pela garganta e matar a sede do povo. Deus poderia ter impedido o milagre, mas não impediu. E por que não impediu? Porque Deus tem compromisso com a sua Palavra. Deus disse que faria a água jorrar e fez a água jorrar. Contudo, embora Moisés tenha obtido o resultado esperado, ele não agradou a Deus e até mesmo despertou a ira de Deus.   
Vemos nesse episódio, que o trabalho de Deus não admite empirismo técnico ou recursos cênicos. Quando um homem está representando Deus, tal homem precisa saber que Deus não deixa espaço para a vontade humana manifestar-se nem para exaltar o seu próprio nome. As exigências de Deus para aqueles que o representam diante do povo são extremamente restritivas. Para Deus não é a mesma coisa, um gesto ou uma palavra. Não é a mesma coisa, um grito ou uma voz gentil. Não é a mesma coisa o sacrifício ou a obediência. Não é a mesma coisa falar à rocha, ou ferir a rocha.  
Não é suficiente ser um canal por onde flui a Palavra de Deus. É preciso manifestar o seu caráter.   Moisés feriu a rocha por irritabilidade e exibicionismo. Havia gente demais no entorno, assistindo o milagre.  Moisés cruzou a tênue linha que separa a obra de Deus e a obra dos homens. A obra de Deus traz glória para Deus, mas a obra do homem traz glória para o homem e provoca a ira de Deus.  Por razões espirituais, Moisés caiu na contra mão.  Dura coisa é cair nas mãos do Deus vivo.
Tem gente ferindo a rocha em nossos dias com muito mais freqüência do que Moisés. Tem gente ferindo a rocha repetidamente, seqüencialmente, rotineiramente. Tem gente ferindo a rocha onde tem água, ou seja, sem necessidade.  Tem gente ferindo a rocha para atrair multidões com sede e sem sede. Tem gente fazendo da rocha o seu marketing particular, o seu cartão de visita com telefone celular. Tem gente usando o nome de Deus e a Palavra de Deus para engordar a cobiça dos homens. Tem gente usando o nome de Deus e a Palavra de Deus para operar demonstrações de poder que mais nos lembram os  magos do Egito do que os discípulos de Cristo.  Quer um dente de ouro? Ou prefere emagrecer em 5 minutos? Quer ver  revelado seu passado ou predito o seu futuro? Ligue para o celular x e faça um depósito na conta bancária y.  Depois de tudo agendado, junte-se o povo em Horebe. Coloque um carro de som na rua. O espetáculo vai começar!    
Os Moisés de hoje ferem a rocha sem a comissão divina, mas usam a Palavra de Deus.  Com a Bíblia na mão, eles invocam o Deus da Bíblia e os milagres acontecem. Contudo, os atos sobrenaturais de Deus não significam que Deus está aprovando a conduta do povo. Os atos sobrenaturais de Deus não significam que Deus conhece esses milagreiros. Conforme está escrito: “Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi abertamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim vós os que praticais a iniqüidade.” (Mateus 7:22-23).
Há uma espécie de atos sobrenaturais aos quais Deus chama de práticas iníquas. Há uma espécie de sinais e maravilhas que não preenchem os requisitos necessários para serem aprovados por Deus. Eu creio que a característica de um ato sobrenatural que provém da aprovação de Deus reside nisto: Deus não deve ser chamado a fazer o que o homem pode fazer e Deus não deve ser chamado a operar o que não nos é necessário que ele opere.  
Jesus mandou tirar a pedra para ressuscitar a Lázaro. O que o homem poderia fazer Jesus não pediu a Deus que o fizesse. Você quer obter essa coisa cafona que é um dente de ouro? Peça ao seu dentista. Você quer emagrecer? Feche a boca, faça exercícios e procure um endocrinologista. Você quer engordar a conta bancária? Trabalhe e faça as suas necessidades conhecidas diante de Deus. Tanto Moisés quanto aquela geração que presenciaram os milagres de Deus, não foram aprovados por Deus e, por causa disso, jamais entraram na terra.
 Não foi por falta de caminhada. Não foi por falta de milagres. Não foi por falta de ajuntamento religioso. Não foi por falta de líderes.  Não foi por falta de cerimoniais. Não foi por falta de leis. Não foi por falta de seguidores. Não foi por falta de nuvem. Não foi por falta de fogo. Não foi por falta de ouro. Não foi por falta de carne. Talvez tenha sido por excesso.
Fonte:  anamariaribas.com.br

sexta-feira, 15 de julho de 2011

502 anos de João Calvino


A família presbiteriana do Brasil comemora, 
neste ano de 2011, os 502 anos do nascimento de João Calvino, reformador nascido em Noyon, Picardia, França,
 
no dia 10 de julho de 1509, e os 150 anos
 
de Presbiterianismo no Brasil, que ocorreu
 
com a chegada do jovem missionário
 
Ashbel Green Simonton ao solo brasileiro,
 
no dia 12 de agosto de 1859.

 
Quem foi Calvino?
João Calvino, além de ser considerado o maior teólogo do Cristianismo depois de Agostinho, foi, acima de tudo, “pastor zeloso e incansável no seu esforço em favor de suas muitas ovelhas sofridas e angustiadas por males de toda sorte”, e, também, o grande evangelista de Genebra, Suíça.
Conhecido como o grande teólogo da Reforma Protestante do século XVI, autor das Institutas da Religião Cristã, publicadas em Basiléia, 1536, bem como um grande estrategista político e um dos pais da democracia moderna, é considerado com um dos principais líderes da segunda geração de reformadores do século XVI.
Simonton, missionário pioneiro
Filho mais novo do Dr. William Simonton, médico conceituado, deputado federal nos EUA e cristão devoto. Desde cedo, recebeu fortes influências morais, intelectuais e espirituais da fé presbiteriana em que fora criado. Simonton foi o primeiro missionário Presbiteriano a chegar ao Brasil, enviado pela Igreja Presbiteriana do Norte dos Estados Unidos, em agosto de 1859.
Sua vida foi curta. Viveu apenas 34 anos e morreu em São Paulo, vítima de febre amarela. Apesar disso, não mediu esforços para fazer a obra de Deus. Sua vida foi marcada pela dedicação e empenho missionário. Dois dias antes de morrer, deixou a seguinte palavra à igreja que fundou no Rio de Janeiro: “Deus levantará alguém para tomar o meu lugar. Ele usará os seus instrumentos para o Seu trabalho”. 
A IPRB e o Presbiterianismo
O nascimento da Igreja Presbiteriana Renovada do Brasil (IPRB) está profundamente vinculado ao Presbiterianismo que chegou ao Brasil com o missionário Simonton, especificamente à Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) e à Igreja Presbiteriana Independente (IPI). As raízes da Denominação também se ligam ao movimento pentecostal moderno, que teve seu início nos EUA.
O avivamento pentecostal surgiu no início do século XX, com Charles Parham, em Topeka, Kansas, em 1901. Seu discípulo, William Seymour, iniciou, em 1906, o que ficou mundialmente conhecido como o avivamento da Rua Azuza, em Los Angeles, de onde se espalhou por todo o mundo, chegando logo mais ao Brasil.
Como Presbiterianos Renovados, alcançados pelo avivamento espiritual da década de 70, oriundos do Presbiterianismo que chegou ao Brasil há um século e meio, e como fruto da união da Igreja Presbiteriana Independente Renovada (IPIR) e Igreja Cristã Presbiteriana (ICP), em 1975, somos gratos a Deus por esses séculos de presbiterianismo, bem como pelos 35 anos de fundação da Igreja Presbiteriana Renovada do Brasil. Juntos, rendemos a nossa mais sincera gratidão a Deus. 

            Sessão Solene em São Paulo
No dia 7 de agosto (20 horas), está prevista uma Sessão Solene na Assembleia Legislativa de São Paulo, alusiva às comemorações dos 500 anos de Calvino e 150 anos da chegada do missionário Simonton, que trouxe o Presbiterianismo ao Brasil.
A Diretoria Executiva da IPRB se fará presente à referida sessão, bem como os pastores da região da Grande São Paulo e todos aqueles que desejarem participar do evento. Essa comemoração é uma iniciativa de representantes das diversas Igrejas do ramo Presbiteriano.     
 
Chuva de avivamento
Diante de tudo isso, esperamos que as comemorações alusivas aos 500 anos de Calvino e aos 150 de Simonton constituam-se num tempo de Deus para as nossas vidas. Que o Espírito Santo derrame sobre todos os presbiterianos, do Brasil e do mundo, bem como sobre todos os evangélicos, uma chuva de avivamento, a fim de que as igrejas sejam despertadas, para que vidas sejam salvas e o Reino dos céus seja beneficiado.